Voltar para Língua Inglesa Ano
EF08LI16Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Utilizar, de modo inteligível, corretamente, some, any, many, much.

GramáticaQuantificadores
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF08LI16 é aquela que a gente precisa trabalhar os quantificadores em inglês, tipo "some", "any", "many" e "much". Parece complicado, mas na prática é só ensinar os meninos a usarem essas palavras do jeito certo nas frases, sabe? Porque cada uma tem um jeitinho. Por exemplo, a gente usa "some" quando fala de quantidade indefinida em contextos afirmativos e "any" em negativos ou perguntas. Já "many" e "much" são pra quantidades grandes, mas "many" é pra coisas contáveis e "much" pra incontáveis.

Na prática, pensa assim: se o aluno consegue perguntar num diálogo se tem "alguma maçã" usando "any apple" ou dizer que tem "muitas maçãs" falando "many apples", ele tá pegando o jeito da coisa. O que ajuda é que no 7º ano a galera já viu um pouco disso, principalmente com "some" e "any". Mas agora no 8º, a ideia é aprofundar e incluir os outros quantificadores. Eu sempre digo que com prática, rapidinho eles pegam.

Agora, deixa eu contar como eu faço isso na sala de aula. Tenho algumas atividades que sempre funcionam bem.

Uma que eu curto muito são os diálogos simulados. Funciona assim: eu levo cartões com diferentes situações escritas neles, tipo "Você tá num mercado perguntando se tem bananas" ou "Você quer saber se tem muita água na garrafa". Aí divido a turma em duplas ou trios e distribuo os cartões. Eu uso papel mesmo, coisa simples, porque não precisa complicar. Eles têm uns 15 minutos pra criar um diálogo curto usando as situações dos cartões.

A turma geralmente reage bem porque é uma atividade dinâmica e eles gostam de atuar. Na última vez que fizemos isso, a Carolina e o Gustavo ficaram super empolgados e até inventaram uns diálogos engraçados que fizeram todo mundo rir. Teve até gente que quis repetir. Eu sempre falo pra eles que tá tudo bem errar, o importante é tentar usar os quantificadores no contexto certo.

Outra atividade legal é a famosa caça-palavras dos quantificadores. É fácil de preparar: faço umas tabelas de letras no computador e escondo palavras como "some", "any", "many", etc. Depois imprimo e distribuo pra galera. Aí eles têm uns 10 minutos pra encontrar as palavras e marcar no papel. Pra deixar mais interessante, depois da caça-palavras, peço pra eles escreverem frases usando cada quantificador que acharam.

Os alunos geralmente gostam porque é uma forma diferente de aprender e dá um tempinho pra cabeça respirar enquanto procuram as palavras. Na última vez que fizemos isso, o João se destacou encontrando todas rapidinho e ainda ajudou a Ana a terminar o dela. É bom ver esse tipo de colaboração entre eles.

Por fim, tem a atividade das receitas culinárias. Essa é uma das minhas favoritas porque junta inglês com algo prático. Peço pros alunos trazerem receitas simples de casa (pode ser da internet também) e revisamos juntas em sala, focando nos ingredientes e medidas. Depois, em grupos pequenos, eles têm que reescrever as receitas trocando a quantidade por expressões com quantificadores, tipo “some flour” em vez da quantidade exata.

Eu dou uns 30 minutos pra isso porque envolve mais escrita e revisão entre eles. A galera adora porque sempre rola umas receitas engraçadas ou inusitadas. Da última vez, a Luana trouxe uma receita de bolo de cenoura e ficou tentando convencer o Pedro de que era melhor usar “some carrots” porque ela não sabia exatamente quanto ia precisar – deu até discussão divertida sobre culinária! E eu só observando aquele falatório todo em inglês.

É isso aí! Acredito que quando tornamos o aprendizado divertido e prático, fica fácil pros meninos internalizarem essas regras gramaticais meio chatas. Cada vez que eles conseguem usar um quantificador corretamente numa frase ou durante uma dessas atividades, dá aquele orgulho danado de perceber o progresso deles. Se alguém tiver mais dicas ou quiser compartilhar suas experiências também, tô aqui pra ouvir! Abraços a todos!

...gum leite na geladeira, usando \"any\", ou se ele comenta que tem \"many\" livros na mochila, já é meio caminho andado.

Agora, como é que eu percebo que os meninos realmente entenderam isso sem precisar de uma prova formal? Simples: prestando atenção no dia a dia deles. Quando eu circulo pela sala, fico de olho no que eles escrevem nos cadernos e, principalmente, nas conversas entre eles. Um dia desses, eu tava andando por ali e ouvi a Julia explicando pro Lucas que ele deveria usar \"much\" em vez de \"many\" quando falava da água que tinha bebido. Aí eu pensei: \"ah, essa entendeu direitinho!\". Não só porque acertou, mas porque conseguiu passar o conhecimento adiante. Outro exemplo foi o Pedro durante uma atividade de grupo. Ele tava meio em dúvida e perguntou pro grupo se fazia sentido usar \"some\" pra falar de uns biscoitos que ele tinha comprado. Quando os colegas confirmaram e ele deu aquele sorriso de \"aaaah, saquei\", foi mais um ponto pra turma.

Claro que nem sempre é tudo tranquilo assim. Os meninos cometem erros comuns quando lidam com esses quantificadores. A Ana, por exemplo, adora misturar \"some\" e \"any\" nas frases afirmativas. Uma vez ela escreveu num exercício: \"I have any apples\" em vez de \"some apples\". Isso acontece porque, às vezes, a tradução direta do português prega peças. A gente fala \"algumas maçãs\" e ela pensa que qualquer palavra serve. Quando eu vejo isso na hora, eu não deixo passar. Paro ali mesmo e explico rapidinho: \"Ana, olha só, 'any' você usa pra perguntas ou frases negativas, tipo 'Do you have any apples?' ou 'I don't have any apples'. Aqui é 'some', tá bem?\". Ela sempre dá aquele “ah tá” meio sem graça, mas vai aprendendo.

Tem também o João que se enrola com \"many\" e \"much\". Vive dizendo \"many water\" quando quer falar da quantidade de água no suco. Já expliquei pra ele que água é incontável, então vai \"much\", mas a gente sabe que leva um tempo até firmar esse tipo de conceito.

Agora, falando do Matheus e da Clara... O Matheus tem TDAH e isso requer algumas adaptações na aula pra ele conseguir acompanhar legal. Com ele não adianta forçar muito tempo na mesma atividade. Eu costumo seguir com atividades mais curtas e variadas pra manter o interesse dele. Às vezes uso jogos de palavras como bingo com quantificadores ou cartas que ele precisa agrupar corretamente (como as cartas do Uno). Isso ajuda a focar mais e ele fica menos agitado.

A Clara tem TEA e para ela o importante é a previsibilidade nas tarefas. Com ela, uso muito os quadros visuais. Tenho um conjunto de cartões coloridos que mostram cada passo da atividade: primeiro ouvir, depois escrever, depois falar com um colega. Quando dou uma tarefa, tento sempre explicar de maneira clara e tranquila o que se espera dela em cada etapa.

Uma coisa que não funcionou muito bem foi tentar misturar os dois em atividades muito competitivas — tipo aquelas corridas de quem termina primeiro os exercícios num quadro branco. Percebi que o Matheus ficava ansioso demais e a Clara se perdia no meio do caos todo. Então hoje eu faço diferente: uso mais atividades cooperativas onde eles podem trabalhar juntos ou em pequenos grupos tranquilos.

Bom, pessoal, acho que é isso por hoje sobre essa habilidade EF08LI16 e como a gente vai tentando fazer esse barco navegar com todos a bordo entendendo alguma coisa dessa língua inglesa! Sempre tem um desafio aqui e ali, mas também não faltam momentos de alegria quando a gente vê a galera aprendendo de verdade.

Até mais!

Gere materiais prontos para esta habilidade

Plano de aula, lista de exercícios ou avaliação — tudo com o código EF08LI16 incluído.

Criar material em 30 segundos

Grátis para começar. Sem cartão.