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EF12LP08Língua Portuguesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Iniciais

Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)Forma de composição do texto
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, pessoal, vamos lá, vou tentar explicar como que eu vejo essa habilidade EF12LP08 na prática, beleza? Então, essa habilidade é de ler e entender algumas coisas do mundo do jornalismo, como fotolegendas, manchetes, lides e também algumas notícias curtinhas pra crianças. É como ajudar os meninos a entenderem que a notícia não é só um monte de palavras soltas, mas que tem uma estrutura, um jeito de ser contada pra que a gente entenda o que tá acontecendo no mundo. E a ideia é que eles façam isso junto com os colegas e com a nossa ajuda.

Pra galera do 1º ano, imagina só: eles estão começando a entender a leitura e a escrita de forma mais completa, né? No ano anterior, eles já mexeram com letrinhas e palavras simples. Agora é hora de juntar tudo isso e explorar textos mais complexos. E o bacana é que quando eles começam a entender uma manchete ou uma legenda numa foto, já começam a perceber o mundo de um jeito diferente. É tipo abrir uma janela pra curiosidade deles sobre o que acontece fora da sala de aula.

Bom, agora vou falar das atividades que rolam lá na sala com os meus pequenos. Eu faço isso bem no estilo mão na massa mesmo, porque sei que é assim que eles realmente aprendem.

Primeira atividade: eu sempre começo mostrando algumas manchetes impressas. Nada muito complexo, sabe? Pego aquelas notícias infantis mesmo, tipo as da revista Ciência Hoje das Crianças ou alguma coisa do site Divertudo. Aí o que faço? Deixo os meninos escolherem uma manchete que chamem atenção deles. Divido a turma em duplas ou trios pra discutir o que acham que aquela manchete quer dizer. Dou uns 15 minutos pra isso. Eles ficam super animados! Da última vez, o João e o Pedro ficaram discutindo uma notícia sobre "O cachorro mais velho do mundo". Eles riam demais tentando adivinhar quantos anos tinha o cachorro!

A segunda atividade tem mais a ver com foto e legenda. Eu levo algumas fotos impressas e separo em estações de trabalho pela sala. Cada estação tem uma imagem diferente com sua respectiva legenda. Coloco uns 4 ou 5 alunos em cada estação e dou uns 10 minutos pra explorarem aquilo ali juntos. Eles têm que discutir qual é o tema da foto e como a legenda ajuda ou não entender aquela imagem. Pensa na bagunça boa! Na última vez, a Maria Eduarda fez observações incríveis sobre uma foto de um elefante tentando pegar maçãs em cima de uma árvore. Ela falou "essa legenda tá errada... porque elefante não sobe em árvore!" Foi sensacional!

A terceira atividade é mais um desafio mesmo: criar suas próprias notícias! Eu dou algumas imagens recortadas de revistas e jornais infantis pra eles escolherem uma que gostem. Em grupos pequenos, eles têm que inventar uma pequena notícia sobre aquela imagem, considerando título e uma fotolegenda. Leva cerca de meia aula essa brincadeira aí, uns 25-30 minutos no total. O resultado é sempre surpreendente! Na última vez, o Lucas e a Mariana criaram uma notícia hilária sobre "O gato astronauta", com direito a legenda: “Gato pronto para desbravar o universo”. Eles ficam muito empolgados quando podem soltar a imaginação desse jeito.

A verdade é que essas atividades não são só sobre entender jornalismo infantil ou coisa assim; elas ajudam os meninos a começarem a conectar ideias, formarem opiniões e entenderem um pouquinho mais o mundo ao redor deles. E isso tudo enquanto se divertem muito!

No fim das contas, trabalhar essa habilidade da BNCC na prática é sobre criar um ambiente onde as crianças sintam que podem explorar histórias do mundo real de um jeito acessível e estimulante pra idade delas, sabe? E ver eles crescendo nesse processo não tem preço! É isso aí, pessoal! Espero ter ajudado quem tá pensando em como trabalhar essa habilidade na sala de aula também. Abraços!

a dar os primeiros passos na leitura e compreensão de textos, né? Então, como eu sei que eles aprenderam isso sem usar uma prova formal? Bom, a gente pode perceber de várias formas no dia a dia, né? Por exemplo, quando eu tô circulando pela sala e vejo eles em grupos, é legal prestar atenção nas conversas. Teve um dia que ouvi o João explicando pro Pedro como ele sabia que uma manchete tava falando sobre um acidente de trânsito. Ele apontou pras palavras chave tipo “batida” e “carro” e aí percebi que ele entendeu o foco principal da notícia sem precisar de mim pra dar aquele empurrãozinho.

Outra coisa interessante é quando eles começam a fazer perguntas diferentes. Tipo, a Mariana veio até mim e perguntou por que certas palavras estavam em negrito numa fotolegenda. Isso mostra que ela tá começando a entender que ali tem algo importante, alguma coisa que destaca o que tá sendo contado na foto. E ainda tem aqueles momentos mágicos onde um aluno consegue explicar pro amigo uma parte mais complicada com palavras deles, sabe? Um dia o Lucas tava explicando pra Luana que as manchetes são como "o título de um filme" porque já dão uma ideia do que vem por aí. Olha só, ele pegou o espírito da coisa.

Mas claro, nem tudo são flores, né? Tem erros comuns que aparecem nessa fase também. Um deles é quando a galera confunde a manchete com o corpo do texto. Tipo assim, a Sofia pegou uma notícia e começou a ler a manchete como se fosse a primeira linha do texto. Aí eu tive que explicar que a manchete é meio que um resumo chamativo do que tá por vir e não parte do texto em si. Eles também têm dificuldade de entender o lide às vezes. O Tiago achou que o lide era só mais uma frase aleatória no meio das outras linhas e não percebeu que tinha informações cruciais ali.

Esses erros acontecem porque eles ainda estão se acostumando com essas convenções do jornalismo, sabe? É tudo novo pra eles. Então quando eu percebo esses enganos, dou uma paradinha na atividade e faço uma mini-aula rápida com exemplos bem específicos. Tipo, pego uma manchete engraçada ou inusitada pra eles lembrarem melhor. E sempre faço isso de forma leve pra não deixar ninguém constrangido.

Agora sobre o Matheus, que tem TDAH, e a Clara, que tem TEA. Olha, com o Matheus eu aprendi que ele precisa de mais movimento durante as atividades. Então eu deixo ele circular pela sala um pouco mais durante essas atividades em grupo e também mudo as tarefas dele com mais frequência pra manter o interesse dele aceso. Tipo assim, se a turma tá lendo uma noticiazinha, ele pode desenhar o que entendeu ou então fazer uma colagem com revistas velhas pra ilustrar a história.

Com a Clara é um pouco diferente. Ela se beneficia muito de ter as instruções bem visuais e bem organizadas. Então eu uso cartões coloridos pra ajudar ela a seguir os passos da atividade. Por exemplo, ela pode começar com um cartão azul para "ler manchete", depois um amarelo para "identificar palavras importantes", e assim vai. E se eu perceber que ela tá ficando sobrecarregada, dou um tempinho extra pra processar as informações ou até adapto a quantidade de conteúdo pra ela não se sentir pressionada.

De tudo isso, já testei umas coisas que não funcionaram tão bem. Tipo deixar o Matheus só ouvindo enquanto os outros leem; ele perdia muito da concentração assim. E com a Clara tentei usar muita tecnologia achando que ia ser ótimo, mas às vezes ela ficava até mais ansiosa com tanta informação visual piscando na tela.

No final das contas, cada dia é um aprendizado tanto pra mim quanto pros alunos. Modificar as atividades pros meninos especiais exige paciência e criatividade, mas quando dá certo é muito gratificante ver eles se desenvolvendo no próprio ritmo.

Bom pessoal, acho que é isso por hoje. Espero ter dado umas ideias legais aí pra quem tá lidando com essas habilidades do 1º ano ou com turmas inclusivas. Até a próxima!

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