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EF06LI22Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Descrever relações por meio do uso de apóstrofo (’) + s.

GramáticaCaso genitivo (‘s)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala dessa habilidade EF06LI22, que é entender e usar o apóstrofo + s no inglês, a gente tá basicamente lidando com aquele famoso caso genitivo. É quando você usa o 's pra mostrar que algo pertence a alguém, tipo "o carro do João" vira "João's car". É uma coisa que, em português, muitas vezes a gente nem percebe porque só usa "de". Mas no inglês é super comum e importante pra clareza.

Na prática, o aluno precisa entender que esse 's transforma uma palavra em algo que indica posse. Por exemplo, se eu digo "Maria's book", tô dizendo que o livro é da Maria. É um passo além do que eles já viram no quinto ano, onde começaram a se familiarizar com palavras em inglês, frases simples e tal. Agora é sobre dar mais detalhes, conectar as ideias. E olha só como isso enriquece o vocabulário e a compreensão deles! Eles começam a criar frases mais completas e a entender textos com mais facilidade.

Eu gosto muito de trabalhar essa habilidade com três atividades diferentes. A primeira é uma coisa bem prática, quase um aquecimento. Eu uso cartões simples de cartolina que eu mesmo faço. De um lado eu escrevo uma frase em português como "o gato de Luana" e do outro lado "Luana's cat". Divido a turma em duplas pra fazer uma espécie de jogo da memória. Cada dupla recebe um conjunto de cartões e tem que combinar as frases em português com suas correspondentes em inglês. Dou uns 15 minutos pra isso. A galera adora porque vira uma competição saudável. Da última vez que fiz isso, o Pedro e o Lucas estavam super focados e conseguiram combinar todos os cartões rapidinho, enquanto a Giovana ficou ajudando a Maria que tinha mais dificuldade com algumas palavras.

A segunda atividade é bem criativa e envolve desenho, que os meninos sempre curtem. Peço pra cada aluno desenhar algo como uma casa ou um quarto deles no caderno e depois fazer legendas usando 's para descrever de quem são as coisas no desenho. Tipo "Ana's bed", "Carlos's guitar". Isso leva mais tempo, uns 30 minutos ou mais, dependendo do quanto eles se empolgam nos detalhes do desenho. A galera geralmente se solta nessa atividade porque eles adoram desenhar e também gostam de mostrar uns pros outros os desenhos e as ideias malucas que colocam ali. Na última vez que fizemos isso, a Sofia desenhou um quarto cheio de bichos de pelúcia dizendo "Sofia's teddy bear" e "Sofia's toys", enquanto o João incluiu até um videogame "João's console".

A última atividade é meio teatral: eu chamo de "Role Play do Possessivo". Divido a turma em pequenos grupos de 4 ou 5 alunos e dou um contexto pra eles atuarem. Por exemplo: "Vocês estão num mercado disputando os ingredientes da receita". Cada grupo recebe um conjunto de objetos fictícios (tipo cartões com imagens) e precisam discutir quem vai ficar com o quê usando 's. Tipo "That’s Maria's milk" ou "This is Pedro's cheese". Essa atividade costuma levar uns 20 minutos e é sempre cheia de risadas. Eles têm que negociar entre si e isso cria uma dinâmica bem divertida. Da última vez, o grupo da Ana acabou inventando que todos eram donos da mesma caixa de chocolate, tipo "Everyone's chocolate", gerando boas gargalhadas.

Essas atividades são maneiras de tornar a gramática menos chata e mais parte do dia a dia deles, sabe? E eu percebo esse avanço quando os alunos começam a usar espontaneamente 's nas redações ou até nas conversas em inglês durante a aula. O importante é eles entenderem que essa é mais uma ferramenta na caixa deles pra se expressar melhor em inglês.

E assim vou levando as aulas por aqui, sempre tentando inovar um pouquinho pra não deixar cair na mesmice. Espero ter ajudado aí vocês que estão também nessa jornada de ensinar inglês pros meninos!

Valeu pessoal, até o próximo post!

Aí, continuando a conversa sobre o dia a dia da sala de aula, é engraçado como a gente consegue perceber quando os meninos estão começando a entender essa habilidade sem precisar de uma prova formal. Tipo, na hora que eu tô circulando pela sala, eu ouço os alunos conversando entre eles e às vezes um aluno meio que dá um estalo e explica pro outro. Um dia desses, tava o Lucas falando com a Júlia sobre o cachorro dela e ele mandou um “Júlia’s dog” sem nem piscar, sabe? A Júlia olhou pra ele e soltou um “isso mesmo!” com um sorrisão no rosto. Aquele momento que você percebe que eles pegaram o jeito da coisa.

Outra coisa que eu reparo é quando eles começam a corrigir uns aos outros de forma tranquila. Tipo, teve uma vez que o Pedro tava falando e usou “the car of João” e aí a Malu, do lado dele, falou “não é melhor ‘João’s car’?” meio que sem querer corrigir, mas só ajudando mesmo. E esses momentos são ótimos porque mostram que a galera tá internalizando as regras do inglês e aplicando elas de forma natural.

Claro que também rolam uns erros comuns com esse tipo de conteúdo. Um dos mais frequentes é quando eles confundem o apóstrofo + s com o plural em inglês. O Gabriel, por exemplo, um dia me chegou com um exercício escrito “the cats’s toys” quando queria dizer “os brinquedos do gato”. Ele achou que precisava colocar o ‘s depois do plural. Isso acontece porque na cabeça deles mistura o conceito de posse com a ideia de plural, já que em português basta falar “de”. Quando eu pego esse erro na hora, eu paro tudo e faço uma revisão rápida. Digo, “Olha, Gabriel, se é só um gato, é ‘cat’s’, mas se forem vários gatos e você quer falar dos brinquedos deles, aí seria só ‘cats’ toys’”. E isso ajuda muito.

Agora, sobre lidar com o Matheus que tem TDAH e a Clara que tem TEA, é uma adaptação constante das minhas atividades. Com o Matheus, por exemplo, eu percebi que ele precisa de algo mais dinâmico. Eu uso cartões coloridos e jogos rápidos pra captar a atenção dele, coisas que sejam visuais e táteis ao mesmo tempo. Já fiz uma atividade onde ele usava fichas pra montar frases e isso funcionou super bem porque ele podia mexer com as mãos enquanto pensava.

A Clara precisa de uma abordagem mais estruturada e previsível. Eu sempre deixo claro o passo a passo da aula logo no início e tento usar muitos exemplos visuais. Uma vez tentei usar um quadro na sala cheio de imagens para ela associar os donos aos objetos — tipo fotos de pessoas famosas com seus pertences — e ela conseguiu se engajar bem mais assim. O que não funciona muito é quando a atividade depende de muita interação social direta entre os alunos sem orientação clara, porque pode causar desconforto tanto pra Clara quanto pro Matheus.

No geral, encontrar esse equilíbrio entre fazer a aula fluir pra todos e garantir que cada um tenha o suporte necessário é desafiador, mas também é uma das partes mais legais do meu trabalho. E aí, a gente vai ajustando até achar o jeito certo pra cada aluno conseguir aprender da melhor forma.

Enfim, gente, esses são alguns dos meus truques pra perceber quando os alunos estão pegando o jeito da coisa e como eu lido com as particularidades da turma. Espero que esse papo tenha ajudado vocês aí na prática de sala também! E qualquer coisa, tô por aqui pra continuar trocando ideias. Até mais!

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