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EF06LI20Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Utilizar o presente contínuo para descrever ações em progresso.

GramáticaPresente simples e contínuo (formas afirmativa, negativa e interrogativa)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, quando a gente fala da habilidade EF06LI20 da BNCC, que é usar o presente contínuo pra descrever ações em progresso, a ideia é fazer os meninos entenderem e usarem frases como "I am eating", "She is running", ou "They are playing". Aí, o que quero que eles peguem mesmo é essa ideia de algo que tá rolando agora, no exato momento. Porque assim, no 5º ano eles já viram bastante sobre o presente simples, que é mais pra falar de coisas rotineiras ou fatos gerais, tipo "I eat breakfast every day". No 6º ano, a gente só dá um passo adiante mostrando que tem um jeito específico de falar sobre o que tá acontecendo agora, nesse exato momento.

Então, pra trabalhar essa habilidade com a galera do 6º ano, eu gosto de fazer coisas bem práticas e próximas da realidade deles. Vamos lá pras atividades que eu faço.

A primeira atividade que faço é um jogo bem simples com cartões. Cada cartão tem uma ação escrita em inglês, tipo "singing", "dancing", "reading", e por aí vai. Eu divido a turma em pequenos grupos de quatro ou cinco alunos, dou um monte de cartões pra cada grupo e peço pra eles formarem frases usando o presente contínuo com cada ação do cartão. Eles também têm que representar fisicamente a ação, tipo um jogo de mímica mesmo. Isso leva uns 20 minutos e é sempre engraçado ver como eles se divertem tentando adivinhar, principalmente quando o João tenta imitar alguém "cooking" e acaba parecendo que tá jogando vôlei. A turma toda ri e isso faz com que eles aprendam sem pressão.

A segunda atividade é meio tecnológica. Eu levo meu notebook pra sala e usamos o projetor. Eu coloco um vídeo curto do YouTube que mostra várias cenas do cotidiano sem falas, só as ações mesmo. Antes de começar o vídeo, a gente faz uma revisão rápida das formas afirmativa, negativa e interrogativa do presente contínuo. Depois, eu pauso o vídeo em algumas cenas e pergunto coisas como "What is he doing?" ou "Is she running?". Os alunos têm que responder em voz alta. Essa atividade leva uns 30 minutos e eles ficam superempolgados com a tecnologia, especialmente quando mostro vídeos engraçados ou de animais fazendo coisas inusitadas. Da última vez, quando pausei numa cena de um cachorro surfando, foi uma loucura! A Maria soltou um "He is surfing!", meio rindo porque nunca tinha visto aquilo na vida.

A terceira atividade é fazer eles mesmos criarem uma historinha ou quadrinho em inglês usando o presente contínuo. Eu dou umas folhas em branco e lápis de cor pra eles desenharem as cenas e escreverem as frases. Eles podem escolher qualquer tema que quiserem: amigos brincando no parque, uma família num piquenique, super-heróis salvando o dia... enfim, a imaginação deles voa solta! Essa atividade leva mais ou menos uma aula inteira de 50 minutos porque demanda criatividade e tempo pra desenhar. Na última vez que fizemos isso, o Pedro criou uma história hilária de alienígenas jogando futebol no quintal dele. E ele até se desenhou no meio do jogo dizendo "I am kicking the ball to Mars!". Foi legal ver como ele ficou todo orgulhoso mostrando pros colegas.

No final das contas, acho que essas atividades ajudam muito os alunos a internalizarem o uso do presente contínuo sem ficarem presos só na gramática. Eles acabam se soltando mais pra falar e escrever em inglês porque associam isso a momentos divertidos e criativos na sala de aula. E olha, ver os meninos se esforçando pra entender e usar algo novo é sempre gratificante. O importante aqui é criar um ambiente onde eles sintam-se confortáveis pra errar e aprender ao mesmo tempo. E assim vamos seguindo com as aulas.

Bom, é isso aí. Espero que essas ideias ajudem vocês também! Se alguém tiver outras dicas ou quiser compartilhar experiências, estamos aqui pra isso, né? Abraço!

aqui e agora, entende? Mas saber que eles pegaram a ideia não é só ver nota alta na prova, não. A gente percebe de várias maneiras no dia a dia, né?

Por exemplo, um dia tava andando pela sala, enquanto a turma fazia uma atividade em duplas, e ouvi o João explicando pro Lucas como formar as frases no presente contínuo. Ele dizia assim: "Não, cara, você tem que colocar o 'am', 'is' ou 'are', antes do verbo com 'ing' no final. Tipo assim, 'She is playing', entendeu?" Olha isso! Como é bom ver um aluno ajudando o outro e acertando na explicação. E também teve uma vez que a Maria veio me contar que ouviu uma música em inglês e conseguiu identificar as ações em progresso. Ela ficou toda empolgada dizendo: "Nossa, professor! Eles tão cantando 'I am walking on sunshine', isso é presente contínuo, né?" Eu só confirmei e dei aquele sorriso de aprovação.

Agora, os erros mais comuns... Esses sempre aparecem! O Pedro, por exemplo, tem a mania de esquecer o verbo "to be". Ele fala "She playing" ao invés de "She is playing". Isso acontece porque ele tá acostumado com o presente simples e acaba pulando essa parte. Outro comum é com a Sofia, que às vezes troca o sujeito e o verbo "to be", tipo "Am she playing?" É engraçado, porque eles ficam tão focados no verbo com "ing" que esquecem do resto. Quando pego esses erros na hora, sempre interrompo rapidinho pra corrigir e já peço pra repetirem a frase correta. Tento fazer isso de modo leve pra não desanimar eles.

Agora, falando do Matheus e da Clara... Ah, esses dois me dão bons desafios! O Matheus tem TDAH e precisa de atividades um pouco diferentes, ele se distrai facilmente. Uma coisa que funciona bem é deixar ele usar fones de ouvido com música instrumental enquanto faz atividades escritas. Parece que ajuda ele a focar melhor. Também dou mais intervalos durante as aulas pra ele dar uma volta rápida e voltar mais concentrado.

Com a Clara, que tem TEA, eu sempre tento ser bem claro nas instruções e uso muitos recursos visuais. Ela se dá super bem quando vê exemplos práticos. Então, preparo cartões coloridos com frases no presente contínuo pra ela montar sentenças. Assim ela consegue visualizar melhor a estrutura da frase. Outra coisa é que eu deixo ela sentar num lugar mais tranquilo da sala pra evitar barulhos que podem distrair ou incomodar.

Teve uma vez que tentei fazer uma atividade em grupo grande achando que ia funcionar pro Matheus e pra Clara também se integrarem mais ainda com os colegas. Mas foi complicado! O Matheus não conseguia seguir o ritmo dos outros e a Clara ficou visivelmente desconfortável com tantas vozes ao mesmo tempo. Então aprendi a fazer grupos menores ou duplas pra atividades em grupo.

Bom, acho que era isso que queria compartilhar com vocês sobre como eu percebo se os alunos aprenderam o conteúdo da EF06LI20 sem precisar de prova formal e como faço algumas adaptações pras necessidades dos nossos alunos especiais. Cada dia na sala é uma nova lição também pra gente como professor, né? Tô sempre aprendendo e tentando melhorar. É isso aí, pessoal! Valeu por lerem até aqui. Qualquer coisa tô por aqui no fórum pra trocar ideia ou ouvir as experiências de vocês também! Abraço!

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