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EF06LI09Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Localizar informações específicas em texto.

Estratégias de leituraCompreensão geral e específica: leitura rápida (skimming, scanning)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EF06LI09 da BNCC que fala sobre localizar informações específicas em texto, eu entendo na prática como uma daquelas estratégias que ajudam a galera a se virar bem quando enfrentam um texto em inglês. Sabe quando a gente tá lendo e precisa achar uma informação rápida, tipo a resposta pra uma pergunta específica? É isso que a habilidade quer. A turma precisa conseguir olhar um texto e identificar aquelas informações chave sem precisar ler tudo palavra por palavra. Na prática, é o tal do skimming e scanning que a gente fala. E isso não é só ficar lendo tudo desesperado, mas sim bater o olho e pescar aquelas palavrinhas ou ideias que respondem o que foi perguntado.

E olha, como eles já vêm do 5º ano com uma noção básica de inglês, tipo algumas palavras, frases simples e tal, o desafio é mais ensinar essa técnica de leitura rápida mesmo. A maioria já consegue entender frases curtas e palavras mais comuns, então a gente pega essa base e trabalha em cima. Até porque ninguém quer ficar horas olhando um texto pra achar uma coisinha só.

Vou te contar agora umas atividades que faço com os meninos. A primeira é bem simples: eu pego um texto curto, tipo uma notícia ou até um pequeno parágrafo de alguma história que eles gostem. Geralmente uso algo impresso ou até mesmo no projetor, nada muito complicado. Aí divido a turma em pequenos grupos de quatro ou cinco alunos, porque assim eles podem se ajudar. Dou uns 15 ou 20 minutos pra eles trabalharem juntos procurando as informações específicas que peço. Tipo assim: “Qual é o nome do personagem principal?” ou “Em que cidade acontece a história?”. Eles reagem super bem porque gostam desse negócio de competição saudável entre grupos.

Na última vez que fizemos, tinha o Eduardo todo empolgado no grupo dele, tentando convencer os colegas de que a resposta tava ali na linha tal. E ele tava certo! Foi bem legal ver como ele defendeu o ponto dele e acabou ajudando o grupo a marcar a resposta correta.

Outra atividade que funciona legal é aquela com músicas. Aí eu pego uma música em inglês que eles conhecem ou estão curtindo no momento (sempre fico de olho no que eles andam ouvindo). Primeiro, passo a música e deixo eles ouvirem um trechinho. Depois, entrego uma folha com partes da letra embaralhadas e alguns desafios, tipo “Qual palavra aparece logo depois de 'love'?” ou “Quantas vezes 'baby' aparece na música?”. Essa atividade é um sucesso! Normalmente faço individualmente para não gerar muita bagunça e levo uns 30 minutos no total. Eles adoram competir pra ver quem acha primeiro.

Teve uma vez com a música da Taylor Swift – já não lembro qual – mas sei que a Ana Clara ficou toda serelepe porque era fã dela. Encontrou todas as palavras rapidinho e ainda saiu cantando pela sala! Foi um bom exemplo de como a música pode engajar os alunos.

Por fim, outra atividade clássica é usar aqueles textos de receitas. Eu trago uma receita simples em inglês e coloco eles pra localizarem ingredientes ou passos específicos pra fazer o prato. Coisa do tipo "Quanto de açúcar vai?" ou "Qual é o primeiro passo?". É interessante porque conecta com algo do dia a dia deles e costuma ser divertido imaginar como seria preparar a receita de verdade. Faço isso em duplas pra ajudar quem tem mais dificuldade e dou uns 20 minutos também.

Na última vez com as receitas, o Pedro achou engraçado porque achou que “flour” era “flower” (flor ao invés de farinha) e ficou imaginando um bolo todo florido na cabeça dele! A gente deu boas risadas com isso e ele aprendeu rapidinho a diferença.

E aí tá minha experiência com essa habilidade da BNCC. Não tem segredo: é prática, prática e mais prática. E ver como os meninos vão pegando jeito nas leituras é muito gratificante. Além do aprendizado, essas atividades sempre garantem umas risadas boas e aquele clima gostoso na sala de aula. E se precisar de mais alguma dica, tamo aí!

e sim saber onde focar a atenção, que palavras são as que vão te dar a resposta certa. Eu costumo fazer atividades onde os meninos têm que encontrar respostas pra perguntas específicas num texto, tipo uma caça ao tesouro. Eles têm que achar a resposta certa, e não adianta perguntar pro colega, tem que achar ali mesmo.

E aí você me pergunta: "Carlos, como você sabe que o aluno aprendeu isso sem fazer uma prova?" Bom, eu boto fé que a gente percebe pelo jeito que eles interagem com o texto e entre si. Por exemplo, enquanto a galera tá fazendo a atividade, eu circulo pela sala e ouço umas conversas. Outro dia, o João tava explicando pro Pedro como ele achou a resposta da pergunta sobre o nome do personagem principal de um texto. Ele disse assim: "Olha, não precisa ler tudo. Vai direto nas partes onde tá em negrito ou no começo dos parágrafos, que é ali que geralmente aparece." Aí eu pensei, esse entendeu direitinho. É nesses momentos de troca entre eles que você vê quem pegou a ideia.

Outra coisa que eu reparo é quando eles começam a questionar ou corrigir um ao outro de forma natural. Teve uma vez que a Maria e a Ana estavam discutindo sobre uma resposta e a Ana disse: "Não, não é na parte da descrição. Tá mais pra baixo quando fala do que ele fez." Isso mostra que elas tão conseguindo usar essa habilidade de forma prática, sem depender de mim pra dar a resposta.

Agora, falando dos erros mais comuns, tem uns clássicos. A Clara, por exemplo, sempre tenta ler o texto todo e acaba se perdendo na informação. Isso acontece porque muitos dos meninos ainda tão acostumados com aquela ideia de que entender tudo é o que importa. Outro erro comum é o do Lucas, ele pula direto pras respostas sem ler as perguntas direito antes, daí fica perdido também porque não sabe exatamente o que procurar.

Quando eu percebo esses erros na hora, eu chego junto e dou uma dica. Com a Clara eu falo: "Tenta ver só o primeiro e o último parágrafo primeiro." E com o Lucas eu reforço: "Dá uma lida na pergunta de novo antes de procurar no texto." É meio como ajustar o foco da câmera antes de tirar uma foto.

Agora sobre o Matheus e a Clara. O Matheus tem TDAH e ele é agitado, né. Ele se distrai fácil então preciso fazer umas adaptações pra ele. Uma coisa que funciona pra ele é dividir as tarefas em etapas menores. Em vez de deixar ele ler um texto inteiro de uma vez só, eu dou um parágrafo por vez com uma tarefa específica pra cada um deles. Isso ajuda ele a focar mais.

Já com a Clara, que tem TEA, eu uso materiais visuais mais claros e organizados. Tipo mapas mentais ou gráficos que ajudam ela a visualizar melhor as informações do texto. Eu também dou mais tempo pra ela completar as atividades porque sei que ela precisa desse tempo extra pra processar as informações.

O que não funcionou bem foi tentar fazer todo mundo seguir o mesmo ritmo de leitura e atividade. Logo percebi que precisava ser flexível com os tempos e formas de interação. Os meninos são diferentes e precisam de abordagens diferentes.

Acho que o importante mesmo é acompanhar de perto e estar sempre aberto para ajustar o método conforme necessário. Cada dia na sala de aula é um aprendizado novo pra mim também.

Bom, é isso aí pessoal! Espero ter contribuído um pouco com essa troca aqui no fórum. Se alguém tiver outras dicas ou experiências pra compartilhar, tô sempre por aqui pra aprender mais também. Até a próxima!

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