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EF07LI21Língua Inglesa · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Analisar o alcance da língua inglesa e os seus contextos de uso no mundo globalizado.

A língua inglesa no mundoA língua inglesa como língua global na sociedade contemporânea
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Oi pessoal, tudo bem? Hoje quero falar sobre como eu trabalho a habilidade EF07LI21 da BNCC na minha turma do 7º ano. Essa habilidade trata da análise do alcance da língua inglesa no mundo globalizado. Na prática, é fazer os alunos entenderem e refletirem sobre como o inglês está presente em vários contextos ao redor do mundo. É mais do que só saber falar ou entender inglês; eles precisam perceber o papel da língua nos negócios, na cultura pop, na internet, em tudo!

Então, o que eu espero dos alunos é que eles consigam identificar e explicar exemplos concretos de onde e como o inglês é usado globalmente. Quero que eles percebam que quando ligam a TV, assistem um filme ou entram em uma rede social, o inglês tá lá presente de alguma forma. Conectar isso com o que eles já sabem é essencial. Antes, no 6º ano, a gente já falava sobre expressões básicas e vocabulário inicial, então agora no 7º ano a ideia é expandir essa visão para além da sala de aula, mostrando como o inglês é uma ferramenta global.

Agora vou contar como eu faço isso na prática com três atividades que funcionam bem.

Uma atividade legal é o "Mapa do Mundo Global". Eu peço pros meninos trazerem um mapa mundi impresso e aí a gente usa um tempinho da aula pra marcar países onde o inglês é a língua oficial ou onde ele tem um papel importante, como segunda língua. Uso só papel e canetas coloridas, coisa simples mesmo. Deixo eles em grupos de quatro ou cinco pra discutirem entre si e marcarem no mapa. Essa atividade leva uns 30 minutos, mais ou menos. A molecada adora porque eles começam a perceber que tem muito mais países onde o inglês é relevante do que eles pensavam. Da última vez, o Lucas ficou surpreso quando viu que na Índia se fala muito inglês e aí ele até comentou: "Nossa, achei que lá só falavam indiano!"

Outra atividade bacana é o "Desafio das Músicas". Cada aluno escolhe uma música em inglês que eles gostam e pesquisa sobre a banda ou cantor: de onde são? Por que cantam em inglês? O legal é contextualizar essa escolha de cantar em inglês mesmo quando não são de países anglófonos. Deixo uns 15 minutos pra pesquisa na internet e depois a gente faz uma roda de conversa pra cada um compartilhar suas descobertas. A galera vibra com isso! Na última roda de conversa, a Maria falou sobre uma banda sueca que canta tudo em inglês e todo mundo achava que eles eram dos Estados Unidos!

Também faço o "Dia das Notícias Globais". Divido a sala em grupos e cada grupo tem que encontrar uma notícia online em inglês sobre algum evento global – pode ser esporte, política, ciência... Depois eles têm que explicar pra turma do que se trata usando palavras simples em português. Isso ensina não só sobre o alcance do inglês mas também ajuda com interpretação de texto. Gasto uma aula inteira nisso, umas 50 minutos. Tem aluno que fica tão empolgado que chega no dia seguinte com mais notícias pra compartilhar! O Caio foi um desses; ele trouxe uma notícia sobre um novo filme americano baseado num livro japonês e ficou todo animado explicando a relação entre os dois países.

Essas atividades são maneiras de aproximar os alunos dessa dimensão global do inglês sem ficar só na gramática chata, sabe? O importante é eles perceberem como essa língua conecta várias partes do mundo e porque vale a pena aprendê-la.

Bom, é isso pessoal! Espero que essas ideias ajudem vocês aí nas suas salas. Se alguém tiver outras sugestões ou quiser compartilhar experiências parecidas, manda aí nos comentários. Tamo junto nessa missão de ensinar os meninos! Abraço!

Agora vamos falar de como eu percebo que os meninos realmente entenderam o que a habilidade EF07LI21 pede. Olha, eu sempre digo que não é só na prova que a gente vê aprendizado. No dia a dia, na sala de aula, quando eu tô circulando entre as mesas, é ali que a mágica acontece. É interessante como dá pra perceber nas interações entre eles. Por exemplo, um dia tava passando entre os grupos e ouvi a Júlia explicando pro Pedro sobre o impacto do inglês na música que eles ouvem. Ela disse algo tipo: "Olha, a maioria das músicas que bombam na playlist do Spotify são em inglês porque o mundo inteiro escuta, né?". E o Pedro concordou e até complementou falando sobre algumas bandas coreanas que cantam em inglês pra atingir um público mais global. Nessas horas eu penso: "Ah, esse entendeu!".

Outra situação é quando eles fazem associações espontâneas com o que veem fora da escola. Outro dia o Rafael chegou todo empolgado dizendo que viu um youtuber brasileiro explicando as expressões em inglês que aparecem nos jogos online. Ele contou pros colegas e eles começaram uma discussão super animada sobre como até o vocabulário dos jogos tá cheio de inglês. Pra mim, é nesses momentos de troca entre eles que vejo que a coisa tá fluindo.

Os erros mais comuns? Ah, tem vários. Um clássico é a confusão com palavras cognatas. A Maria vive trocando "actually" por "atualmente", quando na verdade significa "na verdade". Isso acontece porque a gente aprende a associar pela semelhança das palavras e acaba errando. Quando pego esses erros na hora, eu paro tudo e faço uma brincadeira com eles, tipo mini quiz ao vivo mesmo. Pego outras palavras similares e faço eles traduzirem no contexto certo.

Com o José, rolou uma cena engraçada quando ele tava tentando explicar pras colegas sobre o aluguel de bikes em Nova York e usou "location" pensando ser "locação". Na hora expliquei que era mais como "localização" e a gente riu junto. Essas situações funcionam bem porque eles veem que os erros são naturais e acabam internalizando melhor quando corrigidos na prática.

Agora, falando do Matheus e da Clara. O Matheus tem TDAH e por isso precisa de atividades mais dinâmicas e curtas pra manter o foco. Com ele, uso muito material visual, tipo cartazes com imagens e poucas palavras pra ele entender rápido. Já tentei usar vídeos curtos também, mas às vezes ele se distraía com facilidade, então agora prefiro coisas mais interativas onde ele possa tocar ou mover peças, tipo quebra-cabeças relacionados ao tema.

A Clara, que tem TEA, precisa de um ambiente mais estruturado e previsível. Com ela, eu tento manter sempre uma rotina fixa nas aulas de inglês: começo sempre com uma atividade de reconhecimento auditivo com fones de ouvido pra ela poder se concentrar melhor no som sem distrações externas. Já testei dar textos longos pra ela ler em casa, mas não rolou muito bem, então agora envio áudios junto com os textos pra ela acompanhar no próprio ritmo.

Os dois têm algo em comum: a necessidade de feedback imediato e positivo. Então sempre que fazem algo certo ou chegam perto da resposta correta, reforço isso na hora com elogios ou recompensas simples como adesivos temáticos.

Enfim, é um aprendizado constante pra mim também lidar com essas diferenças na sala de aula e encontrar maneiras de tornar o aprendizado mais acessível pra cada um dos meus alunos. A gente vai ajustando aqui e ali até achar o que funciona melhor.

Bom pessoal, acho que é isso por hoje! Esse espaço aqui é ótimo pra gente compartilhar experiências e aprender juntos uns com os outros. Espero ter ajudado com algumas ideias aí pra quem também tá trabalhando essas habilidades em sala. Vou ficando por aqui, mas qualquer coisa tô sempre por aqui nesse fórum! Abraço!

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