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EM13CNT306Ciências da Natureza e suas Tecnologias · 1º EM Ano · Ensino Médio

Avaliar os riscos envolvidos em atividades cotidianas, aplicando conhecimentos das Ciências da Natureza, para justificar o uso de equipamentos e recursos, bem como comportamentos de segurança, visando à integridade física, individual e coletiva, e socioambiental, podendo fazer uso de dispositivos e aplicativos digitais que viabilizem a estruturação de simulações de tais riscos.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Galera, deixa eu contar um pouco de como a gente trabalha a habilidade EM13CNT306 lá na escola com a turma do 2º ano do Ensino Médio. Olha, essa habilidade aí da BNCC é sobre avaliar riscos no nosso dia a dia usando o que a gente aprende em Ciências da Natureza. A ideia é que os alunos consigam justificar por que a gente precisa usar certos equipamentos de segurança e ter alguns comportamentos pra garantir nossa integridade e do meio ambiente também. E ainda podemos usar umas ferramentas digitais pra dar uma força nisso.

Na prática, o que isso significa? Bom, os alunos precisam ser capazes de olhar pras situações diárias e pensar: "Qual é o risco aqui? O que eu posso fazer pra minimizar esse risco?" Por exemplo, se eles vão andar de bicicleta na rua, eles têm que perceber o risco de não usar capacete. E além de entender o risco, eles precisam ser capazes de explicar por que o uso do capacete é importante. Não só falar "porque minha mãe mandou", mas trazer uma justificativa baseada no que aprenderam nas aulas de Ciências.

Agora, como isso se conecta com o que eles já trouxeram lá do 1º ano? Bom, a galera já vem com uma noção boa sobre algumas questões socioambientais e já discutiram bastante sobre cuidados com o meio ambiente. Então, quando falamos de segurança individual e coletiva, eles já conseguem fazer algumas conexões por conta própria. É só dar aquele empurrãozinho pra ligar tudo isso ao conhecimento científico mais estruturado.

Vou contar três atividades que faço na sala de aula pra desenvolver essa habilidade com a galera.

Primeira atividade: a simulação de um acidente doméstico. Uso um vídeo simples, que encontro no YouTube mesmo, mostrando um possível acidente na cozinha, tipo um vazamento de gás seguido de um incêndio pequeno. A turma assiste e depois se divide em grupos pra discutir quais riscos estavam envolvidos e que medidas poderiam ter sido tomadas pra evitar aquilo tudo. Usamos uma aula inteira pra isso, geralmente uns 50 minutos. Os alunos reagem bem e geralmente ficam surpresos com as situações que podem acontecer por bobeira em casa. Lembro que da última vez o João comentou que nunca tinha pensado em checar o registro do gás regularmente e ficou todo pensativo sobre isso.

Outra atividade legal é um debate sobre segurança no trânsito. Eu trago uns cartazes com estatísticas sobre acidentes de trânsito e uso uns aplicativos gratuitos que simulam situações de direção arriscada, tipo aqueles apps de direção defensiva. A turma se organiza em dois grandes grupos: um defendendo medidas mais rígidas de segurança, como aumento das multas e maior fiscalização, e o outro propondo mais campanhas educacionais. Esse debate costuma durar duas aulas de 50 minutos cada porque a galera se empolga mesmo! Da última vez, a Ana Paula trouxe várias ideias legais sobre como as campanhas podem ser feitas pela própria comunidade escolar.

E tem também uma atividade mais prática e manual: montamos um circuito elétrico simples e discutimos os riscos envolvidos ali. Dou fios, lâmpadas pequenas e pilhas pros alunos e deixo cada dupla montar seu circuito. Depois, falamos sobre os riscos associados ao manuseio errado dos materiais elétricos e como evitar acidentes simples em casa. Essa atividade leva cerca de uma aula também. Os alunos costumam adorar mexer nos fios e lâmpadas, é bem mão na massa mesmo. Na última vez, o Lucas se deu conta sozinho do perigo de mexer com eletricidade perto da pia da cozinha depois que conversamos sobre isso.

Eu gosto dessas atividades porque elas colocam os alunos no centro do aprendizado. Eles não tão só recebendo informação; eles têm que pensar, discutir e justificar suas ideias. E esse tipo de coisa ajuda muito na fixação do conteúdo porque liga diretamente com a vida deles fora da escola. Sem contar que quando eles veem a utilidade prática do conhecimento científico no cotidiano, ficam muito mais engajados.

No final das contas, trabalhar essa habilidade é mostrar pros alunos que ciência não é só aquela coisa teórica dos livros; ela tá presente na nossa vida todos os dias e ajuda a gente a tomar decisões mais seguras e conscientes. E olha, é muito gratificante ver quando eles entendem isso!

Bom, é isso aí pessoal! Espero ter ajudado vocês a entenderem como dá pra trabalhar essa habilidade da BNCC na prática. E se alguém tiver outras ideias ou quiser compartilhar experiências parecidas, vamos trocar ideia! É sempre bom aprender uns com os outros. Até mais!

refletir sobre situações do cotidiano e pensar em como as ciências da natureza nos ajudam a tomar decisões mais seguras. Aí, tipo, quando a gente tá em sala de aula, eu procuro sempre criar uns cenários pra eles discutirem. Tipo, como seria usar um produto químico sem luvas ou o que poderia acontecer se a gente não reciclasse o lixo.

Agora, como que eu vejo se eles realmente aprenderam? Bom, eu vou muito pelo que acontece no dia a dia da sala de aula. Quando eu tô circulando entre as mesas e vejo os meninos discutindo com entusiasmo sobre o assunto, já é um sinal de que tão entendendo o ponto. Teve um dia que eu ouvi a Lívia explicando pro Pedro por que era importante usar máscara em certos ambientes de trabalho e ela tava citando coisas que a gente tinha discutido umas aulas atrás. Aí eu pensei: "Ah, essa pegou o espírito da coisa".

Outra situação é quando eles começam a fazer perguntas que vão além do que a gente tá vendo na aula. Quando começam a cruzar informações de diferentes disciplinas ou trazer exemplos do dia a dia deles, tipo quando o João perguntou se o mesmo cuidado com equipamentos de segurança valia pras oficinas mecânicas do pai dele. Isso mostra que a coisa tá fazendo sentido pra eles e não é só decorar conteúdo.

Mas claro, eles também cometem erros, né? E aí entra nosso papel de ajudar a corrigir esse caminho. Um erro comum que vejo é aquela confusão entre risco e perigo. Tipo, a Ana uma vez disse que não precisava se preocupar com certos produtos de limpeza porque "é só ficar longe". Mas aí expliquei pra ela, na hora mesmo, que mesmo longe tem o risco de inalação dos gases que eles soltam. É um erro bem comum porque muitas vezes subestimamos os riscos por achar que só o contato direto é perigoso.

Teve outro caso também do Lucas, que achou que só por usar luvas tava protegido de tudo na aula de química. Aí tive que lembrar ele das outras proteções necessárias e explicar melhor sobre isso. É importante pegar esse tipo de erro na hora porque ajuda eles a identificar onde tão tropeçando na compreensão do conteúdo.

Agora, falando do Matheus e da Clara, também teve umas adaptações que precisei fazer. O Matheus tem TDAH e às vezes ele fica meio disperso com muita informação ao mesmo tempo. Com ele eu mudo um pouco o ritmo das atividades. Procuro dar instruções mais claras e em etapas menores. Ah, e sempre tento incorporar mais atividade prática pra ele poder mexer nas coisas, porque isso ajuda a manter o foco dele.

Já a Clara tem TEA e com ela a rotina é super importante. Eu procuro manter um padrão nas aulas pra ela saber o que esperar. Também uso recursos visuais sempre que possível porque ajudam ela a entender melhor os conceitos. Teve uma vez que tentei fazer uma atividade mais livre e percebi que não funcionou tão bem pra ela. Ela ficou meio perdida sem uma sequência clara. Então voltei pras atividades estruturadas com passos bem definidos.

Também usei alguns aplicativos de simulação que têm sido ótimos tanto pro Matheus quanto pra Clara porque aí eles podem explorar no próprio ritmo. Pra Clara, especialmente, isso funcionou muito bem porque ela pode repetir as simulações várias vezes até entender completamente sem pressão.

No fim das contas, meu objetivo é tentar ajustar as estratégias pra cada um dos alunos da melhor forma possível e sempre estar aberto também pra ouvir deles o que tá funcionando ou não.

Bom, acho que é isso galera! Espero ter ajudado aí com algumas ideias sobre como lidar com essa habilidade específica na sala de aula e como a gente pode perceber se os alunos tão aprendendo mesmo sem aplicar aquelas provas formais tradicionais. Qualquer dúvida ou se alguém tiver mais dicas também, tô por aqui! Até mais!

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