Voltar para Matemática Ano
EF07MA31Matemática · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros.

Grandezas e medidasEquivalência de área de figuras planas: cálculo de áreas de figuras que podem ser decompostas por outras, cujas áreas podem ser facilmente determinadas como triângulos e quadriláteros
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Então, galera, vamos falar dessa habilidade EF07MA31 da BNCC, que é sobre calcular a área de triângulos e quadriláteros. Na prática, o que a gente precisa é que os alunos consigam olhar pra uma figura e entender como dividir ela em partes mais simples, tipo triângulos e quadrados, pra calcular a área total. É meio que um quebra-cabeça, sabe? Eles têm que pegar uma forma mais complicada e pensar "opa, dá pra dividir isso aqui em partes menores e mais fáceis".

Antes de chegar nessa parte, os meninos já tiveram que aprender a calcular áreas simples desde a época do retângulo e do quadrado, lá na série anterior. Eles já sabem aquela história de base vezes altura e tal. Agora é usar isso pra entender áreas de figuras mais complexas. Tipo assim, além de saber como funciona a fórmula do triângulo (base vezes altura dividido por dois), eles têm que ser espertos pra re-arranjar as figuras e aplicar o que já sabem. É uma continuação do que eles já vinham vendo, mas com mais estratégia envolvida.

Agora sobre as atividades que eu faço em sala com a galera. A primeira é meio clássica, mas sempre funciona: uso papel quadriculado. Cara, papel quadriculado é uma mão na roda! Eu distribuo pras duplas (porque trabalho muito em dupla), dou um monte de figuras desenhadas nos quadradinhos e deixo eles tentarem descobrir a área. É legal ver como eles se ajudam. A atividade leva umas duas aulas de 50 minutos. Na última vez, o João e o Miguel estavam discutindo se dava pra dividir o pentágono em triângulos iguais ou não. Foi engraçado porque cada um fez de um jeito diferente e no final as áreas deram iguais. Daí entra aquele momento show quando eles percebem que o caminho diferente chega no mesmo resultado.

Outra atividade bacana que rola aqui é o "desafio das figuras". Eu levo formas recortadas em EVA, tipo triângulos, quadrados e retângulos grandes. Cada grupo recebe um conjunto e eles têm que montar uma figura maior dentro de um espaço delimitado por uma fita crepe no chão. Depois de montar, eles calculam a área da figura maior usando os pedaços menores. Pra isso, eu deixo uns 30 minutos por grupo, geralmente faço isso ao ar livre ou numa parte da sala onde dá pra organizar no chão mesmo. Tem sempre aquela risada quando alguém tenta usar um pedaço pra tampar um buraco impossível, mas depois eles pegam o jeito. A última vez que fizemos isso o Pedro e a Ana Luísa riram à beça porque os triângulos não encaixavam direito por causa do espaço limitado. No final deu tudo certo e eles conseguiram.

E aí vem uma das minhas favoritas: o "mapa da cidade". Aqui eu uso mapas impressos de bairros (coisa simples, tipo mapas do Google). A ideia é pegar essas regiões divididas em quarteirões irregulares e fazer os alunos estimarem as áreas dos terrenos como se fossem engenheiros. Eu explico que cada quarteirão pode ser visto como um conjunto de triângulos e quadriláteros. Geralmente eu faço isso sozinho com cada aluno ou em duplas pra eles discutirem melhor o processo sem muita interferência externa. Cada aluno pega uma cópia do mapa e marca como dividiria cada quarteirão para depois calcular a área estimada. Isso leva uma aula inteira, uns 50 minutos bem usados.

Na última vez, a Sara estava super empolgada porque queria ser arquiteta e viu nesse exercício uma chance de treinar algo parecido com a profissão dos sonhos dela. Claro que tem aquele aluno mais desatento, tipo o Lucas, que ficou todo enrolado com as linhas retas dos mapas e se perdeu nas contas. Mas no final ele conseguiu entender com ajuda dos amigos.

Essas atividades deixam a galera mais interessada porque fogem do tradicional quadro e caderno sabe? E sempre tem aqueles momentos "eureka" quando um aluno percebe uma coisa nova ou entende algo que parecia difícil antes. E é assim que eu trabalho essa habilidade da BNCC com meus alunos do 7º ano. Sempre tentando tornar o aprendizado divertido e relevante pra vida real deles.

Bom, acho que é isso por hoje! Se alguém aí tiver alguma sugestão ou experiência bacana pra compartilhar sobre essa habilidade ou qualquer outra coisa no ensino de matemática, manda aí! Tamo junto nessa missão de ensinar!

E aí, galera! Continuando sobre essa habilidade EF07MA31, que é calcular a área de triângulos e quadriláteros, vou contar como percebo que os alunos estão pegando o jeito da coisa sem precisar aplicar uma prova formal. Olha, tem coisa que professor sente no ar, sabe? Quando tô andando pela sala, fico de olho nas expressões dos meninos e na forma como eles lidam com os exercícios. Se você vê alguém desenhando e dividindo a figura com confiança e fluidez, é um bom sinal de que a coisa tá indo bem.

Outro momento bacana é ouvir as conversas entre eles. Às vezes, quando um aluno explica pro outro a lógica de dividir uma figura em partes menores pra calcular a área, dá pra notar que ele realmente entendeu. Eu lembro do João explicando pro Lucas: "Ó, esse aqui é um triângulo, e esse outro pedaço é meio que um retângulo cortado ao meio." Na hora que ele fez isso, pensei "esse entendeu". É nessas pequenas conversas e trocas que a gente percebe o entendimento.

Mas é claro que nem tudo são flores, né? Tem uns erros comuns que a galera comete nesse conteúdo. Por exemplo, teve a Bruna, que sempre esquecia de dividir por dois quando calculava a área do triângulo. Ela fazia tudo certinho, medida certa, multiplicava base pela altura, mas esquecia de dividir no final. Isso acontece muito porque os meninos ainda estão habituando com a fórmula. Quando pego esse erro na hora, faço eles repetirem pra fixar: "Olha só, você fez tudo certo até aqui, só lembra que o triângulo é metade do retângulo."

Outro erro comum é quando eles tentam usar a mesma fórmula do retângulo pra tudo. Uma vez, o Pedro tava calculando a área de um losango como se fosse um quadrado. Ele olhou pra mim meio confuso quando o resultado saiu estranho. Nessa hora eu tento dar exemplos visuais: pego um papel, dobro de formas diferentes pra mostrar que nem sempre as diagonais vão formar um quadrado certinho.

Agora sobre o Matheus e a Clara. O Matheus tem TDAH e a Clara tem TEA, então eu penso sempre em como adaptar as atividades pra eles também se sentirem parte do aprendizado. Pro Matheus, evito atividades muito longas ou cheias de informações na folha. Ele se perde fácil se tiver muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Por isso divido a tarefa em partes menores. Muitas vezes uso papel colorido para destacar as etapas ou o que ele deve focar primeiro. Eu percebi que isso ajuda ele a não se sentir sobrecarregado.

Com a Clara é diferente. Ela gosta de rotina e clareza nas instruções. Então eu tento deixar tudo bem explícito e previsível pra ela. Se vamos fazer uma atividade prática, aviso ela com antecedência do que vai acontecer. Às vezes ela precisa de mais tempo pra processar as informações ou perguntar sobre alguma coisa específica da atividade. O uso de materiais visuais ajuda bastante, tipo esquemas desenhados no quadro ou manipulativos concretos.

Uma coisa que não funcionou tão bem foi quando tentei fazer uma competição entre grupos na sala. Achei que ia engajar todo mundo de boa, mas percebi que o Matheus ficou ansioso demais e a Clara não gostou da parte competitiva porque saiu da rotina dela e gerou um desconforto. Aprendi que preciso medir essas atividades pra não gerar mais estresse do que aprendizado.

Bom, pessoal, falei bastante por hoje! Espero ter contribuído com algumas ideias práticas aí pra vocês lidarem com essa habilidade e com as diversidades dentro da sala de aula. A gente vai aprendendo juntos com a prática mesmo! Até mais ver!

Gere materiais prontos para esta habilidade

Plano de aula, lista de exercícios ou avaliação — tudo com o código EF07MA31 incluído.

Criar material em 30 segundos

Grátis para começar. Sem cartão.