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EF02MA06Matemática · Ano · Ensino Fundamental - Anos Iniciais

Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até três ordens, com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, utilizando estratégias pessoais ou convencionais.

NúmerosProblemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar)
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Oi pessoal, tudo tranquilo? Hoje quero compartilhar como tenho trabalhado a habilidade EF02MA06 da BNCC com meus alunos do 2º ano. Pra quem tá chegando agora ou ainda não tá tão familiarizado, essa habilidade é sobre os meninos conseguirem resolver e criar problemas com adição e subtração, usando números de até três ordens. Na prática, é fazer com que eles entendam os diferentes significados dessas operações, como quando a gente fala em juntar coisas, acrescentar mais alguma coisa, separar ou retirar.

Olha, eu entendo isso como algo que vai além de só saber fazer a conta no papel. A habilidade envolve o aluno entender situações do dia a dia onde ele aplica a matemática. Por exemplo, se a Mariazinha tem 15 balas e o Joãozinho dá mais 10 pra ela, quanto ela fica no total? E se ela depois dá 5 pro Pedrinho? É sobre os meninos sacarem essas situações e saberem como resolver. É importante também que usem estratégias pessoais, tipo contar nos dedos, usar palitinhos ou fazer desenhos, além das formas convencionais que a gente ensina.

A galera que chega no 2º ano geralmente já tem uma noção básica do que é somar e subtrair. No 1º ano eles começam a brincar com isso, mas é tudo muito concreto ainda, com materiais manipuláveis. No 2º ano, a gente precisa fazer essa transição para que eles consigam visualizar essas operações mesmo sem ter os objetos na mão. É um desafio e tanto!

Agora deixa eu contar três atividades que faço pra trabalhar essa habilidade:

A primeira é a "Loja de Brinquedos". Eu uso brinquedinhos pequenos, tipo carrinhos e bonequinhas que tenho numa caixa há anos. Organizo a sala em grupos de quatro ou cinco alunos. Cada grupo fica numa “loja” e tem uma quantidade de brinquedos para vender ou comprar. Dou um tempo de uns 30 minutos pra eles interagirem. Cada grupo anota num papel quantos brinquedos vendeu e quantos comprou, sempre fazendo as contas de soma ou subtração pra saber quantos ainda têm na loja.

Os meninos adoram essa atividade porque é bem lúdica. Da última vez, o Lucas ficou todo animado com uma promoção que ele inventou: “leve 3 carrinhos por 5 conchinhas”. Ele proporcionou uma boa discussão sobre subtração quando percebeu que tinha dado mais brinquedos do que tinha combinado.

Outra atividade que faço é "O Caminho da Subtração", com um tabuleiro grande que desenhei no pátio da escola com giz. A ideia é os alunos serem “peões” e avançarem ou recuarem conforme jogam um dado e respondem perguntas de subtração ou adição. Se erram, ficam onde estão ou voltam casas (o que reforça a ideia de retirar). Essa leva uns 40 minutos.

É empolgante ver o semblante de concentração deles! Na última vez, o Miguel estava super focado e acabou ajudando a Ana a entender melhor como se faz subtração. Ele disse algo como "Pensa assim: se você tem 10 passos e precisa voltar 3 passos porque errou, quantos passos sobram pra você?". Foi legal ver ele explicando com tanta segurança.

Por último, tenho uma atividade que chamo de "Histórias Matemáticas". Aqui eu peço pra cada aluno criar uma pequena história envolvendo números e situações de soma ou subtração. Eles desenham as cenas e escrevem as contas envolvidas. Uso papel A4 pra isso. Depois, quem quiser pode apresentar pras outras crianças na nossa "sessão de leituras".

Essa atividade leva mais tempo — umas duas aulas de 50 minutos — porque envolve criatividade e elaboração de texto. Na última vez que fizemos isso, a Sofia criou uma história sobre um piquenique em que cada um levava algo diferente e precisavam somar tudo pra ver se tinham comida suficiente pra todos. Ela ficou toda orgulhosa ao final quando viu todos os amiguinhos prestando atenção na história dela.

Bom, essas são algumas das formas como trabalho essa habilidade por aqui. Sempre tento variar pra manter o interesse dos alunos, porque sei que cada criança aprende de um jeito diferente. E vocês aí? Como têm trabalhado essas habilidades? Abraços!

Oi pessoal, tudo tranquilo? Hoje quero compartilhar como tenho trabalhado a habilidade EF02MA06 da BNCC com meus alunos do 2º ano. Pra quem tá chegando agora ou ainda não tá tão familiarizado, essa habilidade é sobre os meninos conseguirem resolver e criar problemas com adição e subtração, usando números de até três ordens. Na prática, é fazer com que eles entendam os diferentes significados dessas operações, como quando a gente fala em juntar coisas, acrescentar mais alguma coisa, separar ou retirar.

Olha, eu entendo isso como algo que vai além de só saber fazer a conta no papel. A habilidade tem a ver com compreender situações do dia a dia, sabe? Tipo, se você tem 20 balas e recebe mais 15, quantas balas tem agora? Ou se você emprestou 5 pra um amigo, quantas sobraram? Eu gosto de ver como eles reagem nessas situações.

Uma das maneiras que eu percebo que eles aprenderam é bem no dia a dia mesmo. Quando eu tô circulando pela sala enquanto eles fazem atividades em grupo ou até conversando entre si. Às vezes, eu paro perto de uma mesa e fico só ouvindo a conversa deles. É interessante ver quando um aluno explica pro outro como ele chegou na resposta. Teve uma vez que o Marcos tava falando pro João assim: "Ó João, se você tinha 12 figurinhas e deu 3 pra Maria, é só imaginar que tá tirando 3 da sua mão. Aí sobra quanto?" Quando eu vejo esse tipo de interação, já sei que o entendimento tá rolando.

Outro jeito de perceber é quando eles começam a criar histórias baseadas nos problemas que a gente faz em aula. A Ana uma vez criou uma historinha sobre um coelho que tinha 25 cenouras, mas aí ele encontrou mais algumas no caminho e ela foi fazendo as contas enquanto contava a história. Essas situações mostram que eles tão pegando o jeito.

Agora, sobre os erros mais comuns... Olha, isso sempre rola! Muitos confundem quando é pra somar ou subtrair pelas palavras usadas no problema. Tipo o Pedro, ele às vezes acha que "perdeu" quer dizer somar porque acha que vai ter que recuperar depois. Aí eu sempre paro e falo: "Ô Pedro, se você perdeu 5 bolinhas, quantas você ainda tem?" Faço ele pensar na situação real pra depois fazer a conta no papel.

Tem também aqueles que erram na hora de trocar dezenas. A Letícia já ficou meio perdida quando tinha que tirar 9 de 14. Ela não sabia como "pegar emprestado" uma dezena e ficava travada. Então eu pego uns bloquinhos de montar e mostro pra ela. Aí ela vê que pode pegar um bloco da dezena pra ajudar na unidade.

Agora falando do Matheus e da Clara... Cada um tem seu jeitinho especial de aprender. O Matheus, com TDAH, se beneficia muito quando as atividades são mais dinâmicas e curtas. Coisas tipo jogos rápidos ou atividades com tempo cronometrado ajudam ele a manter o foco. Eu uso um cronômetro visual na mesa dele pra ele ter noção do tempo que tem pra resolver cada questão. Isso ajuda bastante!

Com a Clara, que tem TEA, eu adaptei as instruções das atividades pra ficarem mais visuais. Uso muitos cartões com imagens e palavras-chave pras etapas dos problemas de matemática. Eu também deixo disponível um cantinho mais tranquilo na sala onde ela pode trabalhar se estiver barulhento demais pro gosto dela.

Algo que não funcionou muito bem foi quando tentei fazer uma atividade em grupo com muitas regras ao mesmo tempo. O Matheus ficou bem ansioso e a Clara confusa sobre o que deveria fazer primeiro. Desde então, simplifico as instruções em etapas pequenas e claras.

É isso aí, galera! A gente vai ajustando as velas conforme o vento leva, né? Sempre buscando maneiras melhores de garantir que cada um aprenda à sua maneira. Abraço pra todos aí no fórum! Até a próxima!

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