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EM13MAT503Matemática e suas Tecnologias · 1º EM Ano · Ensino Médio

Investigar pontos de máximo ou de mínimo de funções quadráticas em contextos envolvendo superfícies, Matemática Financeira ou Cinemática, entre outros, com apoio de tecnologias digitais.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade da BNCC que a gente chama de EM13MAT503 é tipo assim: os alunos precisam investigar quando uma função quadrática atinge o ponto mais alto ou mais baixo. Isso na matemática a gente chama de ponto de máximo ou mínimo. E a ideia é que eles façam isso em situações do dia a dia, como quando a gente fala de dinheiro, movimento e até superfícies. Tudo isso com uma ajudinha das tecnologias digitais, que, vou te contar, hoje em dia é um recurso e tanto!

Pra resumir, o aluno precisa conseguir olhar uma situação prática e sacar qual é a função quadrática que representa aquilo. Depois, ele tem que descobrir onde esse gráfico da função tá no seu topo ou onde ele tá lá embaixo. Isso é importante porque dá pra aplicar em coisas como decidir o melhor momento pra vender algo pra ter mais lucro ou saber a trajetória de um objeto no ar. E não é coisa que vem do nada. Antes disso, lá nas séries anteriores, eles já mexeram com o básico de função quadrática, desenhar gráfico, essas coisas. Então agora é usar isso de um jeito mais esperto.

Bom, vamos pras atividades então. A primeira que eu faço é bem bacana e usa o GeoGebra, aquele software de matemática que a galera adora. Pego os alunos e divido em grupos de uns quatro ou cinco. Cada grupo fica num computador e eu jogo um problema pra eles resolverem ali mesmo. Tipo assim: "Um foguete foi lançado e sua trajetória pode ser representada pela função f(x) = -5x² + 30x + 10. Descubram a altura máxima que ele vai alcançar." Eles têm uns 40 minutos pra mexer no gráfico no GeoGebra e tirar as conclusões deles. Olha, eu nem preciso falar que os meninos ficam animados. Teve uma vez que o Luis ficou tão empolgado que começou a chamar os outros grupos pra mostrar que tinha achado o ponto máximo antes dos outros. Aquela competição saudável, sabe?

A segunda atividade já é mais voltada pra vida real mesmo. Eu dou uma folha impressa com algumas tabelas de preços de produtos ao longo do mês e peço pro pessoal calcular qual seria o melhor momento pra vender baseado num gráfico que eles vão criar ali na hora. Aqui eu não uso tecnologia avançada não, é caneta, papel e calculadora mesmo! A turma faz em duplas e tem uns 30 minutos pra isso. Aí é engraçado porque sempre rola uns debates entre as duplas sobre qual seria o preço exato pra maximizar o lucro. A Ana e o Pedro são uma dupla que leva isso a sério demais e sempre se perdem nos detalhes, mas no final acaba rendendo boas discussões.

A terceira atividade é tipo uma gincana. Divido a sala em dois grandes grupos e dou uma situação problema pra cada um resolver usando qualquer recurso digital que eles queiram: pode ser celular, tablet, notebook... A questão tem que ser solucionada em 50 minutos e envolve encontrar o ponto de mínimo numa situação de custo de produção de um produto fictício. É aquela coisa mais complexa mesmo. Teve uma aula que a Júlia descobriu que usar uma planilha eletrônica facilitava muito as contas dela, e ela acabou ensinando isso pros colegas do grupo dela ali na hora.

Vejo como essas atividades ajudam porque além dos meninos aprenderem a parte técnica dos máximos e mínimos das funções quadráticas, eles também desenvolvem raciocínio lógico e aprendem a trabalhar em equipe. E sinceramente, ver eles discutindo, errando e corrigindo uns aos outros é gratificante demais. Eu já percebi como isso faz diferença quando vejo eles aplicando o conhecimento em outras áreas sem nem perceberem.

É isso aí, pessoal! Espero que essas dicas ajudem vocês na prática com seus alunos também! Valeu!

Aí, gente, continuando aqui nossa prosa sobre a habilidade EM13MAT503, vou contar pra vocês como é que eu percebo que os alunos realmente aprenderam essa parada de ponto máximo e mínimo, sem precisar daquela prova chata, né? Olha, o lance é o seguinte: quando eu tô circulando pela sala, dá pra sacar várias coisas. Por exemplo, dias desses, eu tava passando pelas mesas e vi a Mariana explicando pro Pedro como ela conseguiu descobrir o ponto de máximo numa situação de um gráfico que representa a trajetória de uma bola arremessada. Ela não só explicou o procedimento certinho como usou um exemplo que eles tinham discutido antes sobre o melhor ângulo pra arremessar uma bola numa partida de vôlei. Aí eu pensei: "Ah, essa aí entendeu mesmo!".

Outra coisa que eu percebo muito são as conversas entre eles. Quando estão discutindo entre si e um corrige o outro dizendo algo tipo "Não, lembra que a gente usa -b/2a pra achar o vértice, não é só olhar pro gráfico", aí é que vejo que a coisa tá funcionando. Teve um dia que o Vinícius tava ajudando a Ana a corrigir um exercício e ele falou isso com tanta segurança que eu tive certeza. Não tem jeito, quando o aluno explica pro colega e faz sentido, é porque ele realmente pegou a ideia.

Agora, sobre os erros mais comuns... Bom, tem uns clássicos. Um sempre aparece: esquecer de trocar o sinal do "b" quando vai usar aquela fórmula do vértice -b/2a. O Gabriel sempre fazia isso. Toda vez ele acabava com um ponto de máximo lá embaixo no gráfico que não fazia sentido nenhum na situação. E isso geralmente acontece porque eles tão com pressa ou distraídos. Quando pego isso na hora, paro e volto com eles na fórmula, mostro no papel mesmo e faço eles repetirem comigo: "troca o sinal!". Parece até mantra, mas funciona.

Outro erro comum é confundir se a parábola abre pra cima ou pra baixo ao olhar só pro gráfico sem pensar no coeficiente "a". A Larissa teve dificuldade nisso uma vez durante uma discussão sobre quando uma empresa deve investir mais em publicidade pra atingir um pico de vendas. Ela desenhou o gráfico todo direitinho, mas aí fez uma conclusão errada porque achou que a parábola abria pra baixo quando na verdade era pra cima. Esse erro acontece porque eles se apressam em interpretar antes de verificar os sinais matematicamente. Quando vejo isso na hora, faço eles justificarem cada passo antes da conclusão, tipo checar os sinais dos coeficientes antes de qualquer coisa.

E agora sobre o Matheus e a Clara... Bom, cada um tem sua maneira de aprender e precisa de uma atenção especial. O Matheus tem TDAH e fica agitado fácil demais nas aulas tradicionais. Pra ele, eu tento dar atividades mais práticas e curtas que exigem menos tempo de concentração contínua. Comecei a usar umas folhas de atividades com desenhos grandes e problemas mais curtos que ele pode resolver em partes separadas ao longo da aula. Também dou permissão pra ele se levantar um pouco se precisar, desde que não atrapalhe os outros.

Já com a Clara, que tem TEA, percebi que ela precisa de mais previsibilidade e organização nas atividades. Com ela, uso muito aquelas tirinhas sequenciais visuais que mostram passo a passo como resolver cada tipo de problema. Isso ajuda ela a seguir cada etapa sem ficar perdida no meio do caminho.

Ah, e uma coisa legal que rolou foi usar tecnologia digital com eles. Pro Matheus, um daqueles apps de matemática que transforma cálculos em animações funcionou bem demais. Já pra Clara, aplicativos com rotinas visuais ajudam ela a entender melhor o fluxo das atividades matemáticas.

Bom gente, é isso aí! A sala é cheia desses desafios e alegrias, mas ver quando eles aprendem é sempre recompensador demais. Espero ter ajudado vocês com essas dicas do meu dia a dia! Qualquer coisa tô por aqui no fórum sempre trocando ideia com vocês. Um abraço!

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