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EM13LP22Língua Portuguesa · 3º EM Ano · Ensino Médio

Construir e/ou atualizar, de forma colaborativa, registros dinâmicos (mapas, wiki etc.) de profissões e ocupações de seu interesse (áreas de atuação, dados sobre formação, fazeres, produções, depoimentos de profissionais etc.) que possibilitem vislumbrar trajetórias pessoais e profissionais.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EM13LP22 da BNCC aí é um desafio bacana, mas também uma baita oportunidade pra galera do 2º ano do Ensino Médio. Na prática, essa habilidade é sobre ajudar os meninos a explorar o mundo das profissões de forma colaborativa. Não é só pesquisar e fazer um trabalhinho sobre o que querem ser quando crescer, não. É mais que isso. Eles têm que criar e atualizar registros dinâmicos, tipo mapas mentais, wikis ou outra ferramenta que ajude a entender melhor as trajetórias profissionais. O lance é eles conseguirem juntar informações sobre áreas de atuação, formação necessária, o que aquele trabalho envolve, depoimentos de quem já tá na área, essas coisas.

Antes de chegar no segundo ano, a galera já vem com alguma experiência de pesquisa e organização de dados lá do primeiro ano. Então, eles já sabem o básico sobre como buscar informações, mas agora a gente tenta aprofundar o conhecimento e trabalhar em grupo. É importante eles conseguirem pensar nos próprios interesses e no que realmente faz sentido pra eles no futuro. E mais importante ainda é fazer isso tudo junto com os colegas, porque é assim que o tal do mercado de trabalho funciona: colaboração o tempo todo.

Agora deixa eu contar como eu boto isso em prática na sala de aula. Primeiro de tudo, faço uma atividade chamada "Mapa dos Sonhos Profissionais". Olha, não precisa de muita coisa: só uns cartolinas ou papel pardo e canetinhas coloridas. Eu divido a turma em pequenos grupos de quatro ou cinco alunos e dou pra eles umas duas aulas pra concluir. O legal é ver como eles curtem quando podem desenhar e usar a criatividade. Durante a última vez que fizemos isso, um dos grupos, liderado pela Ana Clara, criou um mapa incrível cheio de desenhos representando cada profissão que eles estavam pensando em seguir. O Jean, que é super tímido normalmente, se soltou todo falando sobre ser arquiteto e inspirou o resto do grupo.

Outra atividade bem legal é a criação de um wiki colaborativo. Essa leva mais tempo, umas quatro ou cinco aulas, porque envolve tecnologia e pesquisa mais profunda. A gente usa alguma plataforma gratuita disponível na internet pra montar esse wiki. Os alunos são divididos em duplas ou trios e cada grupo fica responsável por uma profissão específica. Eles precisam incluir informações detalhadas sobre formação, mercado de trabalho e até entrevistas com profissionais. Da última vez que fizemos essa atividade, o Pedro e a Rafaela entrevistaram uma engenheira civil amiga da família do Pedro via chamada de vídeo. O entusiasmo deles depois da entrevista foi contagiante! Eles não só aprenderam sobre a profissão em si, mas também sobre comunicação e como estruturar uma boa entrevista.

E por fim, tem a "Feira das Profissões". Essa é mais demorada de organizar, mas vale muito a pena! A gente dedica uma semana inteira a isso. Trago pessoas da comunidade escolar pra falar sobre diferentes áreas. Os alunos ajudam na organização e cada grupo monta um stand sobre a profissão que pesquisou no wiki. Eles apresentam pros outros alunos da escola e também pros pais que quiserem aparecer. É muito legal ver como eles se tornam verdadeiros especialistas nas profissões que estudaram. Na última edição da feira, o stand do grupo da Isabela sobre Medicina foi um sucesso! Eles até conseguiram emprestado alguns equipamentos médicos pra mostrar ao vivo como funcionam — muita iniciativa mesmo!

Os alunos reagem super bem a essas atividades porque saem daquela rotina do dia a dia das aulas mais teóricas. Eles se sentem mais engajados quando percebem que estão aprendendo algo prático, algo que vai ajudar lá na frente na vida deles mesmo. Claro que sempre tem aquela galera que fica meio perdida no início ou quem não gosta muito de trabalho em grupo, mas aí eu vou acompanhando mais de perto pra ajudar.

Enfim, trabalhar essa habilidade da BNCC com a galera do 2º ano é enriquecedor tanto pra eles quanto pra mim como professor. É aquele tipo de experiência que faz valer a pena todo o esforço envolvido no planejamento e execução das atividades. Eles saem com um conhecimento muito mais claro sobre as possibilidades profissionais e também desenvolvem habilidades importantes pro futuro como autonomia, pesquisa e trabalho em equipe. E no final das contas, é isso que importa: preparar esses jovens para serem cidadãos conscientes e realizados nas escolhas que farão ao longo da vida! Até a próxima!

Então, galera, continuando sobre a habilidade EM13LP22, eu tava falando sobre como é legal ver os meninos explorando as profissões de maneira colaborativa. Agora, como é que eu sei que o aluno pegou mesmo a parada, né? Olha, na sala de aula, sem precisar de prova formal, dá pra perceber várias coisas só de circular ali no meio deles. Enquanto eles estão em atividades grupais, por exemplo, a gente escuta umas conversas muito boas. Tem vez que tô passando e ouço o João explicando pro Pedro sobre como ele descobriu que pra ser engenheiro civil tem que gostar mesmo de matemática e física. Isso porque ele leu um artigo no projeto deles e conseguiu transmitir essa informação pro colega de uma forma bem clara.

Outro momento interessante é quando vejo os grupos revisando juntos as informações que coletaram. Se um aluno consegue corrigir ou complementar algo que a Maria falou sobre a trajetória de um advogado, aí eu percebo que eles realmente tão se envolvendo com o conteúdo e não só copiando da internet. Teve uma vez que a Ana tava explicando pra turma dela sobre o que é preciso pra ser um bom jornalista hoje em dia. Ela falou das habilidades digitais que são necessárias e deu exemplos concretos de jornalistas que ela segue, mostrando que tinha feito um trabalho de pesquisa sólido.

Agora, sobre os erros mais comuns. Tem aquela clássica confusão entre informação confiável e boato da internet. O Tiago, por exemplo, uma vez trouxe um dado muito errado sobre a profissão de biólogo porque não checou a fonte do site em que viu. Ele achou que tava abafando! Aí eu chamei ele de canto e expliquei rapidinho como verificar se um site é confiável: dar uma olhada no autor, ver se tem data e se é mantido por uma instituição séria. Outra situação comum é o pessoal misturar as etapas de formação acadêmica com as atividades profissionais. A Júlia uma vez descreveu toda a rotina da faculdade de medicina como se fosse parte do trabalho diário de um médico formado. Aí eu aproveitei e fiz uma atividade prática com eles: dividimos as etapas da formação e das atividades profissionais num quadro comparativo. Isso ajudou bastante.

Sobre o Matheus com TDAH e a Clara com TEA, eles são um desafio extra que vale muito a pena. Com o Matheus, o lance é manter ele sempre engajado e ativo nas tarefas. Faço bastante uso de recursos visuais e atividades práticas que deixam ele em movimento. Por exemplo, em vez de só escrever sobre uma profissão, peço pra ele criar um mural com imagens e frases curtas que resumam o que pesquisou. Já teve vez dele perder o foco, mas aí eu dou aquela cutucada amiga ou faço ele levantar e explicar pro grupo dele o que tá fazendo. Funciona bem.

Já com a Clara, o negócio é diferente. Ela precisa de previsibilidade e rotina nas atividades. Então sempre deixo claro o que vai acontecer durante todo o período da aula. Faço uso de um cronograma ilustrado pra ela acompanhar em cada início de atividade. Também dou preferência pra atividades mais individuais ou em duplas porque ela trabalha melhor assim. Uma vez tentei colocá-la em grupos grandes e foi um estresse pra ela. Desde então, adapto as tarefas pra ela poder participar do jeito dela.

Bom, galera, acho que é isso aí sobre minha experiência com essa habilidade EM13LP22. É sempre uma jornada ver cada aluno entender no seu tempo e jeito único. A educação tem dessas: a gente ensina um pouco aqui, aprende um pouco ali, e no final todo mundo cresce junto. Abraço pro pessoal do fórum!

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