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EF07CI14Ciências · Ano · Ensino Fundamental - Anos Finais

Justificar a importância da camada de ozônio para a vida na Terra, identificando os fatores que aumentam ou diminuem sua presença na atmosfera, e discutir propostas individuais e coletivas para sua preservação.

Terra e UniversoComposição do ar Efeito estufa Camada de ozônio Fenômenos naturais (vulcões, terremotos e tsunamis) Placas tectônicas e deriva continental
CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade da BNCC, EF07CI14, é super importante e dá pra trabalhar de um jeito bem prático com a galera do 7º ano. A ideia aqui é que os meninos entendam pra que serve a camada de ozônio e como a gente, seres humanos, mexe com ela, às vezes até sem perceber. Eles precisam conseguir explicar que a camada de ozônio é tipo uma capa protetora do planeta, que nos protege dos raios ultravioleta do sol. E aí entra a parte de identificar o que aumenta ou diminui a presença dessa camada na atmosfera. Coisas como poluição, uso de certos produtos químicos, essas coisas. E não para só por aí: eles também têm que pensar em soluções, tanto individuais como coletivas, pra ajudar a preservar essa camada.

Na prática, o aluno precisa conseguir explicar, se alguém perguntar, por exemplo, o que acontece se a camada de ozônio ficar mais fina. Ele precisa entender que isso pode aumentar os casos de câncer de pele, entre outras coisas. E tem que ir além: pensar em coisas simples que ele e a comunidade dele podem fazer pra proteger essa camada. Isso se liga muito com o que eles já vêm estudando desde o 6º ano sobre o meio ambiente e a sustentabilidade. Lá eles já viram sobre reciclagem, impacto ambiental e tal. Agora com a camada de ozônio é mais um passo nessa direção.

A primeira atividade que eu faço é um experimento simples pra ilustrar como a camada de ozônio funciona. Uso uma lâmpada UV e um pedaço de acrílico que simula nossa atmosfera. Coloco um pouco de protetor solar num dos lados do acrílico e ligo a lâmpada. Os alunos observam com uns papéis sensíveis aos raios UV que ficam menos chamuscados do lado protegido pelo "protetor solar". Divido eles em grupos de quatro ou cinco e o experimento leva uns 20 minutos. A reação deles é sempre boa porque conseguem ver na prática o que só ouviram falar nas aulas anteriores. Na última vez, a Carla ficou impressionada e comentou: "Então é por isso que minha mãe me manda passar tanto protetor!". É legal ver quando eles fazem essas conexões.

Outra atividade bacana é uma pesquisa em casa sobre produtos que têm CFCs (clorofluorcarbonetos). Combino com os meninos para perguntarem aos pais e pesquisarem na internet quais produtos antigos ou atuais têm essas substâncias que danificam a camada de ozônio. Na aula seguinte, fazemos um debate sobre o que encontraram. Essa discussão costuma durar uns 30 minutos e eu junto as cadeiras num círculo pra todo mundo participar melhor. Na última vez, o João trouxe uma lata de spray bem antiga do avô dele e comparou com um produto novo sem CFCs. Isso gerou uma baita discussão sobre como as indústrias mudaram ao longo dos anos.

Por fim, gosto de trabalhar também uma atividade mão na massa onde eles criam cartazes com propostas para ajudar na preservação da camada de ozônio. Dou papel pardo, canetas coloridas e peço pra pensar em ações práticas como economizar energia ou usar transporte público. Essa parte é bem criativa e leva um pouco mais de tempo, tipo uns 40 minutos ou até um pouco mais se empolgarem. É legal porque no final eles apresentam as ideias pros colegas. Na última vez, o Lucas e a turma dele fizeram um cartaz super criativo com desenhos de super-heróis salvando o planeta e um deles gritando: "Economize energia para proteger nossa capa!". Foi bacana ver como eles conseguem misturar criatividade com aprendizado.

Então é isso aí, pessoal! Trabalhar essa habilidade é importante porque ajuda os meninos a perceberem como o que fazemos no dia a dia impacta nosso planeta em grande escala. E é muito legal ver quando eles realmente entendem isso e começam a pensar em mudanças práticas na rotina deles. Espero que essas ideias ajudem quem tá pensando em como abordar esse tema na sala de aula! Até a próxima!

Aí, gente, quando quero perceber se os meninos realmente aprenderam sobre a camada de ozônio, não fico só esperando por prova ou trabalho formal, não. Fico de olho na sala de aula mesmo, naquelas conversas que rolam quando eles acham que a gente não tá ouvindo. Por exemplo, um dia tava circulando pela sala enquanto eles faziam um exercício em grupo. Ouvi a Mariana explicando pro Pedro o que eram os CFCs e como eles prejudicam a camada de ozônio. Ela usou um exemplo que a gente conversou em aula sobre sprays de cabelo antigos e os gases que eles liberavam na atmosfera. A maneira como ela falou me fez perceber que ela realmente entendeu o impacto desses gases, porque ela conseguiu explicar com as próprias palavras e ainda fez umas piadas sobre como "não dava pra ficar lindo e destruir o planeta ao mesmo tempo".

Outra situação foi quando o Lucas, um menino super tímido, disse pro grupo dele que tinha visto um documentário em casa que falava sobre os buracos na camada de ozônio e como algumas regiões do planeta tão mais vulneráveis aos raios UV por causa disso. Ele tava todo empolgado falando e o grupo dele tava ouvindo com atenção. Quando um aluno consegue relacionar o que aprendeu em sala com algo que viu fora dela, sei que eles tão entendendo o assunto.

Mas olha, também tem uns erros comuns que surgem nessa habilidade. Um clássico é a confusão entre camada de ozônio e efeito estufa. A Ana, por exemplo, sempre trocava as bolas no começo. Um dia ela me perguntou se a camada de ozônio era responsável pelo aquecimento global. Aí eu expliquei na hora, usando uma metáfora que sempre funciona: falei que a camada de ozônio é tipo um guarda-chuva que bloqueia os raios ultravioleta, enquanto o efeito estufa é mais como uma coberta que mantém o calor dentro da Terra. Erros como esse acontecem porque esses conceitos são muito mencionados juntos na mídia, então é fácil misturar as ideias.

E tem também o João, que sempre achava que só produtos químicos industriais prejudicavam a camada de ozônio. Quando ele falou isso durante uma discussão em sala, aproveitei pra lembrar da questão do uso diário de alguns produtos, tipo sprays e refrigerantes. Ele ficou surpreso ao perceber que ações do dia a dia também têm impacto.

Agora falando do Matheus e da Clara, a adaptação pras necessidades deles é super importante. O Matheus tem TDAH e geralmente tem dificuldade em se concentrar em atividades longas ou muita teoria. Então, com ele gosto de dividir as tarefas em partes menores e usar muito material visual. Coisas como infográficos ou vídeos curtos ajudam bastante ele a manter o foco e entender o conteúdo. Uma vez tentamos fazer uma maquete da camada de ozônio usando massinha e ele se engajou muito mais do que numa leitura simples.

A Clara, com TEA, precisa de um ambiente mais previsível e estruturado. Eu tento sempre explicar claramente cada passo da atividade antes dela começar. E gosto de dar pra ela materiais escritos com instruções passo a passo pra seguir no próprio ritmo. Jogos educativos também funcionam bem com ela; já usei um jogo online onde eles tinham que "proteger" a camada de ozônio das ameaças humanas. Ela adorou e jogou várias vezes.

Uma coisa que não deu certo foi quando tentei fazer uma atividade com muita competição entre grupos. O Matheus ficou agitado demais e a Clara ficou desconfortável com toda aquela agitação. Aprendi que preciso equilibrar melhor essas dinâmicas pra incluí-los melhor.

Bom, essa é a nossa batalha diária: ajustar métodos pra dar conta de todo mundo da melhor forma possível. Cada aluno tem seu jeito único de aprender, né? E é isso que deixa essa profissão desafiadora e gratificante ao mesmo tempo! Valeu por ler até aqui. Se tiverem dicas ou experiências semelhantes, tô por aqui pra trocar ideia!

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