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EM13CNT104Ciências da Natureza e suas Tecnologias · 2º EM Ano · Ensino Médio

Avaliar os benefícios e os riscos à saúde e ao ambiente, considerando a composição, a toxicidade e a reatividade de diferentes materiais e produtos, como também o nível de exposição a eles, posicionando-se criticamente e propondo soluções individuais e/ou coletivas para seus usos e descartes responsáveis.

CE

Escrito pela equipe pedagógica do Profez

Conteúdo revisado por professores com experiência em sala de aula · Atualizado para 2026

Olha, essa habilidade EM13CNT104 da BNCC, que é basicamente avaliar benefícios e riscos de materiais e produtos em relação à saúde e ao ambiente, é super importante no dia a dia. Na prática, o que a garotada precisa fazer é entender que tudo aquilo que eles usam ou consomem tem um impacto. Eles precisam ser capazes de olhar para um produto e pensar: "Tá, isso aqui é bom como? E ruim como?" A ideia é que eles consigam perceber o que tá por trás dos elementos do dia a dia, tipo produtos de limpeza, embalagens, coisas assim, e saibam se posicionar sobre esses assuntos.

Antes de chegar no 1º ano do ensino médio, os meninos já deviam ter uma noção básica sobre química e biologia, né? Coisas como reconhecer substâncias tóxicas ou saber que o plástico demora pra se decompor no ambiente. Mas agora, precisamos avançar e discutir sobre a responsabilidade que a gente tem com o uso e descarte desses materiais.

Pra começar a trabalhar isso, uma das atividades que eu faço é um debate em sala sobre produtos de limpeza. Os meninos trazem rótulos de produtos que têm em casa. Aí eu divido a turma em pequenos grupos, tipo quatro ou cinco alunos cada. Cada grupo analisa um rótulo procurando informações sobre a composição do produto e depois apresenta pro restante da turma. A gente discute juntos os ingredientes mais comuns, como cloro ou amônia, e falamos sobre como eles podem ser perigosos se não forem usados direito. Essa atividade leva uns dois períodos de aula porque depois do debate a gente continua com uma discussão geral onde todo mundo pode dar sua opinião.

Na última vez que fiz essa atividade, a Ana Clara trouxe um rótulo de um desinfetante com um monte de nomes complicados. O João Pedro ficou curioso e foi pesquisar mais sobre um dos componentes na internet com o celular dele. Ele descobriu que aquele componente era super poluente se fosse descartado na pia ou no vaso sanitário. Foi um momento legal porque ele mesmo levantou essa questão e foi interessante ver a turma discutindo soluções simples como alternativas caseiras para desinfetantes.

Outra atividade bacana é uma pesquisa sobre o ciclo de vida das embalagens. Essa leva um pouco mais de tempo porque eles precisam fazer a pesquisa em casa também. A ideia é que cada aluno escolha um tipo de embalagem — pode ser plástico, vidro, papelão — e descubra todo o caminho desde a produção até o descarte final. Aí eles montam uma apresentação rápida em PowerPoint ou cartazes pra apresentar na sala. Nessa atividade, os alunos costumam levar duas semanas pra finalizar tudo. Divido as apresentações em dois dias porque geralmente se empolgam e querem perguntar um monte durante as apresentações.

Foi engraçado quando o Lucas apresentou sobre embalagens de plástico. Ele trouxe umas amostras de plásticos biodegradáveis e fez um jogo onde todos tinham que adivinhar quanto tempo cada tipo demorava pra se decompor na natureza. A galera ficou chocada quando ele mostrou quanto tempo leva pro plástico comum sumir do ambiente.

A última atividade que curto muito fazer é uma visita guiada ao ponto de coleta seletiva do bairro. A turma vai em grupo com algum responsável pela escola pra garantir que tá tudo seguro. Levamos umas três horas pra fazer todo o passeio e conversamos com os funcionários lá pra entender melhor como funciona o processo todo de reciclagem. Eles explicam tudinho: desde a separação até onde os materiais são enviados depois.

Na última visita, o Miguel ficou impressionado com a quantidade de papelão que eles recebem por semana. Isso gerou uma discussão bem interessante na aula seguinte sobre consumo consciente e como podemos reduzir o uso dessas embalagens no nosso dia a dia.

No final das contas, essas atividades não servem só pra aprender teoria, sabe? É pra eles levarem isso pra vida mesmo. Entenderem que as escolhas deles importam e impactam o meio ambiente e a saúde de todo mundo. A galera se envolve muito porque vê sentido naquilo tudo e percebe que é algo que tá presente no dia a dia deles.

Então é isso aí! Espero ter ajudado quem tá começando agora com essas atividades da BNCC. Se alguém tiver outras ideias ou sugestões, compartilha aí também! É sempre bom trocar experiências pra melhorar nosso trabalho em sala de aula. Valeu!

Então, galera, como eu tava dizendo, essa habilidade EM13CNT104 é essencial pra vida. E a maneira que eu percebo que os meninos realmente aprenderam isso não é só pela prova escrita, mas pelo dia a dia na sala de aula mesmo. Tá ligado quando você tá circulando pela sala, fazendo aquela ronda básica e ouve uma conversa aqui, outra ali? É nesse momento que dá pra sacar quem tá ligado no conteúdo.

Por exemplo, teve um dia que eu tava passando perto do grupo do Pedro e da Júlia, e eles tavam discutindo sobre um tipo de plástico que eles viram no rótulo de uma garrafa d'água. E a Júlia soltou: "Ah, esse aqui é daquele que demora mil anos pra decompor, né?" E o Pedro completou: "Pois é, mas pelo menos é reciclável." Cara, quando você ouve isso, já dá um alívio porque eles tão começando a pensar criticamente sobre o que usam no dia a dia.

Outra situação é quando um aluno explica pro outro. Uma vez o Lucas tava meio perdido num exercício sobre impacto ambiental dos materiais de construção, aí a Ana Laura chegou e começou a explicar com exemplos práticos, tipo comparando tijolo comum com tijolo ecológico. Ela foi tão clara que eu pensei: "Ahá, essa entendeu mesmo!" Quando os alunos conseguem traduzir o conhecimento em exemplos do cotidiano é porque a mensagem tá chegando direitinho.

Agora, sobre os erros mais comuns... Olha, tem uns clássicos. O Marcos uma vez tava comentando sobre produtos de limpeza e ele achava que só porque um produto era biodegradável ele não tinha impacto nenhum no ambiente. Aí eu tive que parar e explicar que biodegradável não significa inofensivo. Pode ser que ele se degrade mais rápido, mas ainda assim pode contaminar água ou solo durante o processo. Esse erro acontece porque a galera às vezes simplifica demais as coisas na cabeça.

E tem aquele erro de confundir reciclável com reciclado. A Camila tava falando que todo plástico é reciclado e que isso resolvia o problema do lixo. Aí eu entrei na conversa pra esclarecer que só porque algo é reciclável não significa que realmente vai ser reciclado — às vezes falta infraestrutura pra isso acontecer.

Quando vejo esses erros na hora, gosto de puxar uma conversa rápida. Pergunto se alguém pode dar exemplos reais ou se alguém já viu alguma notícia sobre aquilo. Muitas vezes essa troca já ajuda a clarear as coisas na cabeça deles sem precisar dar bronca ou fazer um discurso formal.

Sobre o Matheus, que tem TDAH, e a Clara, com TEA... Olha, com o Matheus, eu sempre tento quebrar as atividades em partes menores e dou mais tempo pra ele completar as tarefas. Tento usar materiais visuais ou coisas que ele possa manipular porque ajuda ele a focar melhor. Uma vez usei cartões coloridos pra ele classificar tipos de materiais e ele ficou super engajado. O que não rola muito bem são as atividades longas e repetitivas — ele perde o interesse rapidinho.

Com a Clara é um pouco diferente. Ela se dá bem com rotinas e previsibilidade, então sempre aviso antes quando vamos mudar de atividade ou fazer algo diferente. Também deixo ela escolher os materiais sempre que possível, como vídeos ou livros ilustrados, porque ela responde melhor quando tem um interesse pessoal envolvido. Um material específico que deu certo foi um aplicativo educativo sobre reciclagem — ela adorou explorar sozinha e veio me mostrar toda empolgada depois.

Bom, pessoal, é assim que venho tentando lidar com os desafios dessa habilidade no dia a dia. Sempre tem uma forma de perceber se tá rolando aprendizado real sem ser pela prova formal. E claro, cada aluno traz seu próprio jeito de aprender e entender o mundo — o negócio é estar atento e ser flexível nas abordagens. Espero ter colaborado com vocês aí no fórum e tô por aqui se quiserem trocar mais ideias! Abraço!

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